kula # 3 (escrita etnográfica) encheu
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Fevereiro 16, 2008, 7:21 pm
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As inscrições para o kula #3 já fecharam. À partida os organizadores queriam um grupo com um máximo de 8 pessoas. Suponho que venham a considerar a possibilidade de fazerem outro curso no futuro
São estes os inscritos:
Alexandre Abaladas (Multiculti)
Elsa Rodrigues (CEMME)
Maria Celeste Monteiro Fortes (CEMME)
Maria Cristina Santinho (Multiculti)
Maria da Conceição Galego Santana (ICS)
Paula Togni (Multiculti)
Paulo Mendes (ISCTE)
Pedro Félix (FCSH)
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Posso deixar uma sugestão? Parece-me péssimo indicar que determinada pessoa que participa, pertence à universidade ‘xpto’ ou ao centro de investigação ‘123′. Esses ‘cursos’ devem ser abertos a toda a gente, sejam eles do centro de investigação, ou trabalhadores do Burger King. Se metem, logo à partida, que os participantes são todos do sítio ‘x’ e ‘h’, vão tornar isso num espaço de ‘elite’. Faz-me lembrar as revistas académicas. Raramente se vê pessoas fora da universidade e dos centros de investigação a publicar, visto que todos os autores que publicam artigos, pertencem sempre à instituição ‘x’ ou ao centro de investigação ‘h’, quando há N e N pessoas que fazem investigação por sua conta e risco, sem subsídios, ou a pertencer a uma instituição e centro.
Essa atitude – a identificação de instituição / centro – retraí o anónimo, que não pertence a lado algum. O mesmo se passa com as revistas.
Comentário por Nuno Março 3, 2008 @ 8:29 pmObrigado pela sugestão. Apenas reproduzi o que os organizadores deste kurso me enviaram. E creio que era apenas uma forma de localizar simpaticamente – até porque nalguns casos trata-se do curso que a pessoa frequenta ou do centro onde corre a sua pesquisa e não da instituição onde trabalha. Mas sim.
Comentário por miguelva Março 4, 2008 @ 8:52 amBem, eu o Gonçalo organizamos este K. A questão do lugar onde cada um está a cursar aparece editada porque as pessoas se identificaram também a partir dela. E para nós serviu de orientação formal mínima. Houve aqui dois critérios para chegar ao grupo: o primeiro, por ordem de inscrição; o segundo, saber se as pessoas estão ou não a produzir etnografias neste momento. Algumas pessoas não foram seleccionadas por claramente não se encontrarem nessa fase da vida, o que não tem problema nenhum, aliás. As outras, não foram a tempo… Não apareceu ninguém que não identificasse um lugar onde estivesse ou onde tivesse estado a estudar. Se o fizesse e se estivesse a fazer etnografia por sua conta e risco poderia ter a certeza que nós a acolheríamos de bom grado, sem pedir “satisfações” institucionais. Por isso, a crítica é infundada pois dirige-se a uma motivação dos coordenadores que não está expressa em lado nenhum e que seguramente não esteve presente no momento de encontrar o grupo.
Comentário por Susana Durão Março 28, 2008 @ 4:14 pm